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Será a Inteligência Artificial (I.A.) uma ameaça para a humanidade?

Muito se tem falado dos avanços tecnológicos que a engenharia informática tem feito no que toca à inteligência artificial, mas será mesmo que por muito inteligentes e capazes que sejam os robôs e os computadores, vão ser mesmo uma ameaça para a humanidade?

Filmes de ficção cientifica como Matrix, ou séries como Westworld prevêem que num futuro nós consigamos criar tecnologia capaz de ter ideias próprias e agir de boa ou de má fé. Além disso ainda tivemos uma brincadeira da robô sophia, que na sua entrevista disse que iria destruir a humanidade.

As pessoas são por natureza medrosas pelo desconhecido, alguns exemplos são quando se pensava que o mundo era plano, poucos foram os corajosos que se atreveram a descobrir o que havia para além do horizonte. Ou quando algumas populações viram pela primeira vez uma locomotiva a vapor, pensavam que era coisa do demónio. É normal que muitas pessoas considerem uma tecnologia nova como uma ameaça à sua espécie.

Como é claro ninguém sabe o que se vai passar no futuro, mas na minha opinião, apenas se existir falhas humanas, quer sejam propositadas ou não, talvez um dia possa haver algum robô que possa fazer mal a alguém por vontade própria, algo que será de probabilidade quase nula, já que é possível programar tudo da forma que quisermos.

Alguns cépticos podem dizer que os códigos podem ser alterados pela própria I.A. tal como aconteceu na experiência da Google ao colocar duas inteligências artificiais a falar entre si. Mas como é claro, tudo não se passou de uma experiência e as inteligências artificiais podem ter sempre apenas o controle no código de partes que foram deixadas livres para modificação.

Assim mesmo que, hipoteticamente, um dia tudo corra mal, temos que lembrar-nos que se somos os criadores também podemos ser os destruidores, pelo que, a meu ver, os criadores da tecnologia de I.A. terão sempre de deixar portas de acesso de emergência de modo desligar qualquer tipo de ameaça. Um pequeno exemplo seria deixar no código base um monitor do tipo de opções criadas pela I.A., e caso houvesse algo que não correce como previsto, desactivada todo o sistema.

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© Cláudio Pereira 2018

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